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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ANIMAIS EM EXTINÇÃO

JAGUATIRICA                                                                                                              

Você sabia que existem animais que estão praticamente desaparecendo do planeta?!?! Isso é, no mínimo, muito preocupante, pois qualquer espécie, animal ou vegetal, por mais simples que seja, tem muito valor para o meio ambiente e é insubstituível.
A partir de agora, vamos descobrir as causas, conhecer esses animais e também saber o que está sendo feito para mudar esse quadro...Desrespeito ao meio ambiente é principal causa da extinção
Você já reparou quantas notícias temos visto, atualmente, sobre desmatamento das florestas e queimadas em diversas regiões? Pense em quantos animais morrem ou ficam “desabrigados” por essas ações inconsequentes do ser humano. Pois, então, fica fácil perceber que o principal motivo da extinção dos animais é a destruição de florestas, seja pelo desmatamento ou por queimadas.



Classificação:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Gênero: Leopardus
Nome científico: Leopardus pardalis
Nome popular: Jaguatirica
Categoria: VULNERÁVEL

A jaguatirica é um felino de médio porte, podendo pesar entre 11.3 a 15.8 kg. O seu pêlo é denso e curto de cor amarelo claro à castanho ocráceo e é todo pintado exceto na região ventral, em que a coloração é esbranquiçada. Estas manchas negras formam rosetas e seguem até a cauda.

Os machos são maiores que as fêmeas. Esta espécie é encontrada desde o sudoeste do Texas e oeste do México até o norte da Argentina. No Brasil ocorre em todas as regiões, com exceção do sul do Rio Grande do Sul.Habitam principalmente florestas tropicais e subtropicais.

São animais solitários, procuram um par somente na época de acasalamento. Possuem hábitos noturnos, são bons nadadores e escaladores de árvores; e se alimentam de aves e pequenos roedores. O período de gestação é de 70 a 85 dias, nascendo de 1 a 4 filhotes que atingem a maturidade sexual aos 3 anos de idade.

A jaguatirica já foi muito caçada para venda de sua pele e abatida no caso de invasão de fazendas com criações, mas existe uma lei de proteção à ela que tem contribuído para o declínio deste comércio e preservação da espécie.

ARARA VERMELHA



Arara-vermelha / Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.  Arara-vermelha
Estado de conservação Em perigo Classificação científica Reino: Animalia Filo: Chordata
Classe: Aves Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae Género: Ara Espécie: A. chloropterus
Nome binomial Ara chloropterus (Gray, 1859)

A arara-vermelha (Ara chloroptera) é uma ave psitaciforme, nativa das florestas do Panamá até Santa Catarina, Paraguai e Argentina. A sua alimentação é baseada em sementes, frutas e coquinhos.

Descrição

A arara-vermelha mede até noventa centímetros de comprimento e pesa até 1,5 quilogramas. Cada postura é composta por ovos de cinco centímetros, incubados por 29 dias.

O ninho dessa arara é feito em ocos de árvores, mas ela também se aproveita de buracos em paredes rochosas para colocar os ovos, os quais são chocados apenas pela fêmea, que fica no ninho. Quem cuida de garantir a alimentação tanto da fêmea como dos filhotes é o macho, que, nessa espécie, é fiel, mantendo a mesma companheira durante a vida inteira

CERVO-DO-PANTANAL

É o maior cervídeo sul-americano
Espécie animal brasileiro ameaçado de extinção

NOME CIENTÍFICO: Blastocerus dichotomus
OUTROS NOMES: Veado-suaçuapara / Guaçupuçu / Suaçuatê, Veado-galheiro
NOME EM INGLÊS: Marsh Deer
FILO: Chordata
CLASSE: mammalia
ORDEM: Artiodactyla
FAMÍLIA: cervidae
ALTURA: Até o dorso - de 1,1 a 1,2 m
COMPRIMENTO: 1,8 e 1,9 m, cauda de 10 a 15
PESO: 100 a 150 kg
PELAGEM: comprida e áspera
COR: castanho brilhante no verão, marrom-avermelhada no inverno
CRIA: um filhote por ano
PERÍODO DE GESTAÇÃO: 9 meses
HABITAT: Vive perto da água, deslocando-se bem sobre terrenos pantanosos devido à estrutura de seus cascos.
HÁBITOS: diurnos.
ALIMENTAÇÃO: herbívoro
CAUSAS DA AMEAÇA DE EXTINÇÃO: Destruição de habitat, caça, área de distribuição restrita, populações pequenas, em declínio e isoladas.

O cervo-do-pantanal é o maior veado da América do Sul. Vive nas regiões pantanosas e ao longo das bordas das florestas do Brasil, Uruguai, Paraguai e Guianas. Os cascos desse animal podem ficar completamente abertos e as duas metades em que eles se dividem se mantêm unidas por uma membrana interdigital. Esses cascos evitam que o animal afunde no lodo. O cervo-do-Pantanal tem uma galhada bifurcada, com cinco pontas em cada haste. É muito arisco e esconde-se durante o dia. À noite, vai para as clareiras em grupos de cinco ou mais para alimentar-se de capim, juncos e plantas aquáticas. O cervo freqüentemente entra na água. Os machos, ao contrário da maioria dos outros antílopes, não lutam pela posse das fêmeas.

Embora sua carne não sirva para comer, o cervo-do-Pantanal é caçado por causa do seu couro e da galhada. Os índios da América do Sul preparam vários tipos de remédio com a galhada do cervo-do-Pantanal, desde uma "poçãodo amor"até uma mistura par facilitar o parto.


MARACANÃ


Maracanã-verdadeira - Primolius maracana: 29 Out,2011
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O Maracanã-verdadeira (Primolius maracana), é uma ave da ordem Psittaciformes, família Psittacidae. Também é conhecida pelos nomes de arara-pequena, ararinha, maracanã, mulata-maracanã e papagaio-de-cara-branca.
Essa espécie é classificada como vulnerável a extinção (CITES I), ou seja, se medidas não forem tomadas essa espécie pode entrar em processo de extinção.
Também é conhecida pelos nomes de arara-pequena, ararinha, maracanã, mulata-maracanã e papagaio-de-cara-branca.
Essa espécie é classificada como vulnerável a extinção (CITES I), ou seja, se medidas não forem tomadas essa espécie pode entrar em processo de extinção.
 

PICA PAU CARA AMARELA


Espécie ameaçada de extinção, muito rara, que teve seus últimos registros para o Brasil assinalados na década de 40, em Santa Catarina, e na de 50, no Paraná.

Vive nas matas das regiões serranas e das baixadas onde encontra, nas árvores, os insetos de que se alimenta.

Cresce até os 29 centímetros de comprimento.

Sua antiga distribuição geográfica ia de São Paulo até o Rio Grande do Sul.
Fonte: www.ibge.gov.br
Características
A espécie mede cerca de 41 cm de comprimento, fronte, parte do dorso e barriga vermelhas, face superior da cauda ferrugínea, face nua amarelo-clara, anel perioftálmico branco e bico negro.


 



NONO CARVOEIRO

MAIOR PRIMATA DAS AMÉRICAS: Muriqui ou Mono Carvoeiro (Brachyteles
arachnoides)





O Mono Carvoeiro ou Muriqui é um primata da Mata Atlântica brasileira cujo nome científico é Brachyteles arachnoides. Quando esse macaco atinge a idade adulta pode chegar a medir 1,5 m e pesar em torno de 12 kg. Em comparação aos demais primatas do continente americano é considerado o maior. Esse animal está ameaçado de extinção já tendo entrado inclusive na lista vermelha da UICN, na categoria de perigo. O nome Muriqui significa algo como gente que bamboleia, que vai e vem. O Muriqui também é conhecido como o Povo Manso da floresta devido aos seus hábitos solidários e bondosos.


Trata-se de um animal bastante dócil cuja pelagem tem um tom de bege e é bastante espesso e macio. No seu rosto é possível ver um anel de pelos mais claros que é uma característica bastante destacada do Nono Carvoeiro ou Muriqui. Uma diferença entre machos e fêmeas é o tamanho dos seus caninos, neles é maior.


TIGRE BRANCO



CARACTERÍSTICAS.

Peso: 300 kg

Maturidade Sexual: Fêmea: 3-4 anos; Macho: 4-5 anos

Gestação: de 103 a 105 dias

Crias: 2 ou 3 filhotes por vez.

Corre à uma velocidade de até 80 km/h

podendo saltar a uma altura de 5 a 6 metros

Vida: Até 26 anos em liberdade

Tigre Albino

Filo - Chordata

Classe - Mammália

Ordem - Carnívoros.

Família - Felídeo




O URRO INFRASONICS

O urro do Tigre é tão poderoso e aterrorizante que paralisa a vítima e pode até matar sem mesmo o Tigre o tocar.

Originário da Sibéria Oriental, a vinte ou 30 mil anos o Tigre Branco vive em stepes geladas, floresta úmidas e bosques.

O tigre Branco é um caçador solitário e noturno.
O tigre branco vive em média 20 anos, sendo que o macho vive menos que a fêmea, por estarem sempre em confronto com outros machos por causa das presas. O tigre branco pesa perto dos 300 kg, tem 1 metro de altura e 3 metros de comprimento (sendo 80 cm só de cauda).

Seu sentido mais aguçado é a audição. A vista do Tigre Branco é tão fraca que não distingue, além de cem passos; o olfato do tigre branco praticamente inexiste. A alimentação do tigre branco é muito variada cervos, suínos e bovinos.
Graças à camuflagem proporcionada pela coloração e o desenho de sua pelagem,o tigre branco pode aproximar-se de sua presa sem ser percebido.
As fêmeas dos tigres branco atraem seus parceiros emitindo um rugido. O namoro entre eles nem sempre é violento e, às vezes, pode assumir uma forma muito carinhosa



BALEIA ORCA







As baleias são mamíferos pertencentes a ordem dos cetáceos. Possuem uma estrutura óssea interna semelhante à dos mamíferos terrestres. Suas nadadeiras são membros locomotores atrofiados, remanescentes do período em que seus antepassados eram quadrúpedes. A cauda é grande e constitui o principal órgão de deslocamento das baleias.

As narinas de uma baleia localizam-se no alto de sua cabeça quando sobe à superfície após a submersão prolongada expele, através dela, o ar quente e úmido dos pulmões, o qual se condensa em contato com a atmosfera formando uma coluna de gotículas de água.

A audição é o sentido mais importante das baleias. Sabe-se que produzem ao menos dois tipos de sons: os que intervêm em seu sistema de ecolocalização e as vocalizações.

Os sons de ecolocalização funcionam como uma espécie de sonar biológico, enquanto as vocalizações são as conhecidas canções das baleias, que parecem ser um meio de comunicação entre os membros da mesma espécie.

O corpo é coberto por uma camada de gordura que ajuda na flutuação do animal e a manter o calor. Essa gordura também funciona como meio para armazenar energia.

A baleia pode viver 30 anos em média, porém já foi registrada uma baleia que chegou até os 50 anos.








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